Sou o que você não busca, sou o que você não precisa
Não quero, não quero que me queiram por necessidade
Quero que me queiram por que sou querida
Quero que me chamem porque sou vista e não olhada
Quero que conversem comigo não porque me ouvem, mas, porque me entendem
Sou confusa, sou mulher, sou homem, sou o que eu eu quiser
Se me disserem o que sou, não vou aceitar
Não é assim que o meu melhor vou dar
O perfeito que há em mim você não vai achar
Palavras são poucas, gestos também
Não pense o que acha que eu penso
Poderá ser terrível, certamente, será frustrante, você não pode
Você não pode
Não pode porque sou inacessível à você
Sou indiscutivelmente inexplicável
Por você, inalterável, incorrigível... imperfeita
Não quero, não quero que me queiram por necessidade
Quero que me queiram por que sou querida
Quero que me chamem porque sou vista e não olhada
Quero que conversem comigo não porque me ouvem, mas, porque me entendem
Sou confusa, sou mulher, sou homem, sou o que eu eu quiser
Se me disserem o que sou, não vou aceitar
Não é assim que o meu melhor vou dar
O perfeito que há em mim você não vai achar
Palavras são poucas, gestos também
Não pense o que acha que eu penso
Poderá ser terrível, certamente, será frustrante, você não pode
Você não pode
Não pode porque sou inacessível à você
Sou indiscutivelmente inexplicável
Por você, inalterável, incorrigível... imperfeita
(produzido numa dessas madrugadas em que sou confusa, sou mulher, sou homem...sou o que eu quiser! Aliny Andrade, 10/04/10)

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